29.3.06

Ode à Margarida

Símbolo das coisas virgens
és descoberta e devir

desconheces pecado ou tristeza
és tão só candura e pureza
não tens arte nem ciência
estás feita de paz e inocência

para ti não há limites nem margens
és a luz do sol que há-de vir

5 Comments:

Blogger lxexpo said...

(para completar)
és a imagem do paraíso
fazes parte do inconsciente dos homens
Margarida se existes...
és linda!

29/3/06 12:51 da tarde  
Blogger trazmumbalde said...

De quem é o poema JC? Ou é teu e completado pela lxexpo?

De qualquer maneira agradeço mais uma vez a todos!
:)

29/3/06 6:43 da tarde  
Blogger 125_azul said...

sem limites nem margens.lindo. Dura tão pouco a fase sem limites nem margens. que a margarida a aproveite feliz!

29/3/06 6:48 da tarde  
Blogger jc said...

é, de facto, o poema é original com uma simpática perninha da lxexpo!

e é bem verdade que dura pouco como dizes 125—azul!

29/3/06 7:06 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Because daidaihua propagation (natural reproduction of the species) in the wild is threatened and cultivation is so difficult, the Convention on International Trade in Endangered Species of Wild Fauna and Flora (CITES) placed all lida daidaihua species, not just lida daidaihua, on a list known as Appendix II in January of 2005.

13/1/11 7:02 da manhã  

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