3.5.06

leões e águias pegados ...


É assim que os gosto de ver quando olho lá para baixo ;)

38 Comments:

Blogger tmc said...

também aprecio frangos.

3/5/06 10:44 da manhã  
Blogger patchouly said...

TMC o polemista oficial do NSPM!

3/5/06 11:07 da manhã  
Blogger tmc said...

Meus caros combloggers,

O que escrevi não foi com o objectivo de levantar a polémica, mas antes em jeito de homenagem a esses dois animais e ás colectividades desportivas por eles representadas que por sinal se encontram mto bem classificadas.
Estando mesmo a cima das suas classificações médias dos últimos anos. Parabéns continuem assim!

3/5/06 11:30 da manhã  
Blogger jc said...

Que bela metáfora!

3/5/06 11:32 da manhã  
Blogger bombas said...

este monumento é um símbolo fálico. e na ponta do falo está um LEÃO... SPORTING..

3/5/06 12:13 da tarde  
Blogger trazmumbalde said...

E se quiseres continuar a metáfora tmc, acima de tudo isso está o céu azul (com nuvens brancas), inatingivel e indiferente a essas lutas terrenas.

hehehehehe!

3/5/06 12:14 da tarde  
Blogger tmc said...

à grande Traz.
Esse grande semi-Deus.

tb eles leões e águias um dia poderam lá chegar, ao ceu azul e branco, mas só se se portarem bem.

3/5/06 12:27 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

puderam ou poderão????

3/5/06 12:52 da tarde  
Blogger tmc said...

o absurdo da questão tá ao nibel da ortografia

não poderão nem nunca lá chegarão!

3/5/06 1:03 da tarde  
Blogger Luzinha said...

'Foto' maravilhosa, cheia de encantos mil
'Foto' maravilhosa, coração 'dos não sei pra mais' (n é para rimar...não deu pra mais...):))

Querido amigo Bombas, este leão não representa só o Sporting, representa PORTUGAL inteiro! Principalmente os Tripeiros, se não 'fossemos nós' ainda estavamos sobe a alçada de 'nuestros hermanos' e dos franceses, mais vale 'aturar' uns qts mouritos... ;)))

Puderam, ou puderão...hum... É o TMC que escreve mtas vezes com a escrita inteligente, assim cmo eu e cmo o amiguinho Traz, qts vezes n 'erramos'! ;)))

3/5/06 1:12 da tarde  
Blogger tmc said...

Obrigado Luzinha,
Esta postagem é dedicada a ti!
Aqui ficamos á espera de mais uma "lição" tua.

3/5/06 1:17 da tarde  
Blogger Luzinha said...

A mim...???

Desculpa, mas não estou a perceber pq? (verdade)

Trocas por miúdos??? ;) ou melhor traduzes? :)))

3/5/06 1:21 da tarde  
Anonymous CC said...

Que belo monimento futobolístico!! Sim srº, Só aí falta o dragão. Não sabia que cá no porto havia uma coisa destas. É nas Antas???

3/5/06 2:12 da tarde  
Blogger trazmumbalde said...

luzinha, já devias conhecer melhor o tmc, quanto mais caotica estiver a cx de comentários melhor! E nada melhor que umas frases sem sentidos óbvios para cada um intrepertar como bem entender!
;)

3/5/06 2:27 da tarde  
Blogger patchouly said...

luzinha said:

"e não 'fossemos nós' ainda estavamos sobe a alçada de 'nuestros hermanos'"

Rico serviço que fizemos! Mais valia sermos espanhois! (afirmação polémica) :)

3/5/06 3:00 da tarde  
Blogger tmc said...

Luzinha,
Uma escultura tão trabalhada com tanta carga histórica e simbolismo... ...
Quem melhor do que a luzinha para descodificar tudo isto?

3/5/06 3:05 da tarde  
Blogger patchouly said...

Carga histórica? hmm... 55 anitos apenas...

3/5/06 3:10 da tarde  
Blogger Luzinha said...

Aqui vai, mas como demorou quase 41 anos a ser construido, para perceberem bem a sua história, o texto vai ser enorme... (se bem q o encurtei um bocadinho)sorry... :))

«A Câmara Municipal do Porto decidiu, em 22 de Abril de 1909, mandar construir dentro da Praça Mouzinho de Albuquerque, um monumento aos heróis da guerra peninsular. Logo em Julho desse mesmo ano realizou-se a cerimónia solene do lançamento da 1.ª pedra, pelo rei D. Manuel II. Em 19 de Agosto decide-se a abertura de um concurso para a execução de monumentos comemorativos em Lisboa e no porto. No Porto, com a sua construção pretendia-se assinalar essencialmente a vitória sobre o general Soult, que comandara a 2.ª invasão francesa. Na altura concorreram 8 projectos, dos quais saiu vencedor o do arquitecto marques da Silva, em parceria com o jovem escultor Alves de Sousa, com as divisas Povo e Tropa. O projecto vencedor apresenta uma elegante coluna com a altura de 45 metros, encimada por um leão, símbolo das forças populares subjugando a águia napoleónica. Ocupando um terço da coluna, um baixo relevo representa vários generais do exército português. Em volta da base um expressivo e enérgico conjunto escultórico em bronze representa cenas de movimentação no campo de batalha, com a participação de populares e soldados, e o desastre da ponte das barcas. Na parte frontal, o escudo das armas da cidade. Todos os pormenores traduzem uma enorme e expressiva riqueza plástica. Basta observar, a cena do Desastre da ponte das Barcas ou o esforço determinado das mulheres e homens do povo, ao lado dos soldados a lutarem contra o exército napoleónico. A representação do elemento feminino neste conjunto é bem significativa. Repare-se na cena em que uma mulher, empunhando a bandeira portuguesa e uma espada, assume o gesto de defesa da liberdade da Pátria. Por parte dos autores, existiu a preocupação em articular a vertente urbanística com a arquitectónica. Pretendia-se que a «memória» das Guerras Peninsulares fosse um pólo de convergência na cidade, o que foi plenamente conseguida. O percurso desta construção foi moroso e atribulado. Caracterizou-se, mesmo, por momentos de desalento e desespero. A situação que atravessava o escultor Alves de Sousa, foi extremamente complicada. A falta de recursos financeiros com que se debatia em Paris e, principalmente, o avanço da sua doença, levam a que não consiga cumprir as condições do contrato que tinha assinado em 1911. A conjuntura económica do país também não era favorável: tinha rebentado a Grande Guerra e as verbas atribuídas começavam a ser insuficientes. Segue-se um longo período de abandono. A sociedade civil criticava, chegando a apelidá-lo ironicamente de «o castiçal da Boavista». Entretanto, o arquitecto Marques da Silva mantinha o seu entusiasmo e a morte do seu amigos Alves de Sousa, em 1922, deu-lhe ainda mais força para lutar pela concretização do projecto. O monumento aos Heróis da Guerra Peninsular foi inaugurado em Maio de 1952 pelo Presidente da república da época, General Craveiro Lopes»

In: Porto de Encontro / Maria Helena Gil Braga, 1999.

3/5/06 3:13 da tarde  
Blogger trazmumbalde said...

Muito bem amiguinha luzinha.

informa que sabes!

:)

3/5/06 3:26 da tarde  
Blogger tmc said...

Obrigado Mestre pela lição que nos deste.
Com um(a) Mestre assim o nosso Blog ganha uma luzinha nova!

Luzinha, Ensina que sabes!

3/5/06 3:33 da tarde  
Blogger Luzinha said...

Obrigada TMC e Traz,

Fico mt contente por terem gostado da informação, eu tb vou aprendendo bastante!

Continuação de um bom trabalhinho, por 'ora vou ter q me 'despedir', tenho q me dedicar aos leitores e aos 'meus' negativos. :)))))

3/5/06 3:39 da tarde  
Blogger patchouly said...

Porque será que (quase) tudo o que se constroi na cidade é alvo de polémica e de piadinhas? Nada é linear nesta terra. Irra!

3/5/06 3:40 da tarde  
Blogger tmc said...

É verdade Patch!

Porque será?

Este fim de semana fui a Africa mais exactamente a lx fartei-me de ver electricos, carago!

Porque será que com toda a nossa tradição em electricos, com todos os carris que por ai temos continuamos sem electricos? ou pelo menos sem electricos como meio de transporte?

Carago! Não se arranja nada que role em cima daqueles carris?

3/5/06 4:00 da tarde  
Blogger Pitucha said...

Este blogue tem fotos fabulosas.
Adorei!
:-)

3/5/06 4:21 da tarde  
Blogger patchouly said...

(em nome do NSPM)- obrigado pitucha! Bem-vinda!

3/5/06 4:40 da tarde  
Blogger tmc said...

E os electricos?
Como é? Ninguem curte electricos?
Electricos e transportes públicos curto bués!

3/5/06 5:03 da tarde  
Blogger Luzinha said...

Eu tb adoro, ainda me lembro de os ver passar na rua do Amial!! imaginem, era um pandemónio, que trânsito, nesta altura era impossível haver eléctricos naquela rua, com a afluência dos pópós... ...

Autocarros, curto-os todos os dias!!!! eheheheh ;)

3/5/06 5:09 da tarde  
Blogger tmc said...

E os electricos?
Como é? Ninguem curte electricos?
Electricos e transportes públicos curto bués!

3/5/06 6:00 da tarde  
Anonymous CC said...

Transporte públicos não. Eléctricos só qd era mais "chavala" e descia a Avª da Boavista com bento na cara. Que maravilha! Aquele barulho típico! Enfim...
Gostei muito da explição que a Luzinha transcreveu. Essas pequenas histórias acerca dos monunentos e não só, fascinam-me!

3/5/06 8:35 da tarde  
Blogger Luzinha said...

CC, para mim a melhor maneira de chegar ao Arquivo sem stress é ir mesmo de autocarro, e não só, a baixa está um pandemónio...
Um dos meus trabalhos é pesquisar (adoro) e sempre que os naoseipramais pedem eu transcrevo alguma informação, tb é um método de aprendizagem! ;)

Ah! adoro ler as tuas intervenções, são sempre mto apropriadas! :)))))

4/5/06 7:57 da manhã  
Blogger tmc said...

Infelizmente eu nao posso dizer o mesmo. Nao tenho transportes publicos que me sirvam (casa-escritório) em tempo útil razoavel.

4/5/06 2:59 da tarde  
Blogger Luzinha said...

Tmc,

Admiro-te por te 'queixares' não do trânsito caótico, mas sim de não teres, transportes públicos que te facilitem o caminho casa-escritório e vice-versa...
Há pessoas que têm parque na Alfândega e mesmo assim estacionam os seus pópós em frente ao Arquivo! hablitando-se a uma multa!
Ou então aquelas inteligências raras, que vão de minha casa ao Pingo Doce, ou à escola dos filhos (500m), de pópó...e ainda querem um estacionamento bem perto da porta (se fosse possível até estacionavam dentro dos edifícios, bem mais prático). Dp ficam aborrecidos se lhes aparece um lindíssimo cartão de visitas da PSP! Cúmulo dos Cúmulos!!!!

4/5/06 5:21 da tarde  
Anonymous CC said...

das minhas?!?!?!???
Apropriadas????

4/5/06 9:09 da tarde  
Blogger Luzinha said...

Sim CC, oportunas!

Verdade (n estou a ser irónica) :)

Gosto mto de ler o que escreves.

4/5/06 9:23 da tarde  
Anonymous CC said...

Hummmm......Consegues exemplificar?? É que eu tenho a plena noção de que os meus comentários/bacuradas caem do céu...sem nada a ver com o resto!

4/5/06 11:00 da tarde  
Blogger Luzinha said...

Podem cair do céu, mas sempre no momento certo... é a minha opinião...

4/5/06 11:05 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

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26/4/07 12:10 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Vai daqui uma lembrança orgulhosa de um bisneto do Escultor deste monumento, o Escultor Alves de Sousa, de quem prossigo uma busca quase impossível, ele que morreu muito novo, com a idade que hoje tenho, e que deixou em Paris a sua paixão, uma francesa chamada Germaine Lechartier, morta pela peste que dizimou milhões às portas da I Grande Guerra, e voltou a Portugal sem dinheiro e com dois filhos muito pequeninos nos braços, um dos quais o meu avô Caius. Um dia hei-de escrever a história maravilhosa do meu bisavô, que foi escultor maior e é perfeitamente ignorado pelos Museus portugueses em que o seu espólio está armazenado na sombra.
Pedro G. Alves de Sousa P. M.

21/1/08 11:47 da tarde  

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